segunda-feira, 7 de junho de 2010

Santo Antão Da Barca




História:


O Santo andava a guardar uma manada de porcos e passaram por ali uns ciganos e o Santo Antão estava a fazer o caldo e os ciganos roubaram-lhe um porco, e depois,o Santo deu pela falta do porco, e, chamou por ele, e ele nao aparecia, tocou-lhe a campainha mas ja o estavam a queimar, tocou-lhe a campainha pela segunda vez e o porco levantou-se e veio para junto do Santo Antão.




Esta historia foi recontada por:
Aderito Cancela
Simão Pires

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Santo Antão da Barca

A freguesia da Parada fica situada no planalto de Castro Vicente, na margem direita do rio Sabor, no concelho de Alfândega da Fé, de cuja sede dista cerca de 14 quilómetros.Tem por vizinhas as freguesias de Sendim da Ribeira (3,5 Kms) e Vilar Chão (3 Kms).É servida pela E.N. 315 e a estrada municipal Parada – Vilar Chão.
As origens desta localidade não estão perfeitamente identificadas, mas pode considerar-se que a povoação se começou a desenvolver no início do século XVI, já que no recenseamento de “Tralos Montes” de 1530, aparece com 4 moradores.Da antiguidade das suas origens fala o Castelo da Marruça, também conhecido por castelo dos mouros.Dele não existe menção que o ligue ao povoamento, o que nos leva a crer que tenha deixado de ter essa particularidade desde há muitos séculos.Trata-se de um povoado fortificado castrejo, usado até à ocupação muçulmana, situado numa escarpa junto ao rio Sabor.
A sua função era eminentemente defensiva, com um recinto amuralhado ainda razoavelmente conservado, encontrando-se a sul, fora das muralhas, restos de habitações de um povoado ali existente.Santo Antão da Barca, actual anexa da freguesia, terá sido um povoado mais recente do que a Marruça.A capela ali existente é da primeira metade do século XVIII e terá sido mandada construir pela família dos Távoras.A origem do nome de Parada, de acordo com a tradição, parece andar associada ao facto de os habitantes de Santo Antão e dos habitantes de outras pequenas quintas vizinhas se juntarem para assistir à missa em Castro Vicente e fazerem uma “parada” junto de uma nascente, no cimo da encosta, no actual local da povoação. Daí o nome.Outras hipóteses se aventam, mas esta parece ser a mais plausiva.

terça-feira, 18 de maio de 2010





HISTÓRIA:

A União Europeia foi criada com o objectivo de pôr termo às frequentes guerras sangrentas entre países vizinhos, que culminaram na Segunda Guerra Mundial. A partir de 1950, a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço começa a unir económica e politicamente os países europeus, tendo em vista assegurar uma paz duradoura. Os seis países fundadores são a Alemanha, a Bélgica, a França, a Itália, o Luxemburgo e os Países Baixos. Os anos 50 são dominados pela guerra fria entre o bloco de Leste e o Ocidente. Em 1956, o movimento de protesto contra o regime comunista na Hungria é reprimido pelos tanques soviéticos. No ano seguinte, em 1957, a União Soviética lança o primeiro satélite artificial (o Sputnik 1), liderando a "corrida espacial". Ainda em 1957, o Tratado de Roma institui a Comunidade Económica Europeia (CEE) ou “Mercado Comum”.




PAÍSES:

A UE (União Européia) é um bloco econômico, político e social de 27 países europeus que participam de um projeto de integração política e econômica..Os países integrantes são: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária. Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, Reino Unido, República, Romênia e Suécia. Macedônia, Cróacia e Turquia encontram-se em fase de negociação.Estes países são politicamente democráticos, com um Estado de direito em vigor.




ENTRADA DE PORTUGAL:

A União Europeia (UE) consistia originalmente de seis Estados-membros. Desde então aumentou para 27 Estados-membros em 2007. Um bloco de 30 Estados está dentro do alcançavel, sendo desejo de muitos governos da Europa não comunitária se tornarem membros. Para se tornar membro da União, um Estado deve preencher condições políticas e econômicas geralmente conhecidas como os critérios de Copenhaga. Um Estado só se torna membro de pleno direito na União Europeia 10 anos depois da sua entrada. Os 12 países que entraram no período de 2004 a 2007 não têm os mesmos direitos que os outros 15,então a integração é progressiva.




HISTÓRIA DA BANDEIRA:

A actual bandeira europeia teve origem na bandeira adoptada, em 1955, pelo Conselho da Europa, tendo-se tornado emblema oficial da Comunidade Europeia apenas em 1986.
Por sugestão do presidente do Parlamento Europeu, Pierre Fimland, ficou decidido que a bandeira da União seria exactamente igual à do Conselho da Europa, tendo a mesma sido solenemente hasteada, pela 1ª vez, a 29 de Maio de 1986, em Bruxelas.
Na bandeira Europeia figuram 12 estrelas douradas de cinco pontas, dispostas em forma de círculo, sobre um fundo azul, representando a união dos povos da Europa.
O número de estrelas que figuram na bandeira não está relacionado com o número de países que fazem parte da União Europeia. O número doze simboliza a perfeição, a plenitude e a unidade (veja-se os doze meses do ano, os doze signos do zodíaco, etc.).

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Entrevistar

Alimentação:

1- qual era a base da alimentação?
R:A base da alimentação era aquilo que dava a casa como o feijão, batatas, abóboras, etc.

2-onde eram feitas as compras?
R:As compras eram feitas nas feiras e na mereceria.

3- Preços
R:Eram variados, não me lembro.


Moda:
1-onde se comprava a roupa?
R:A roupa comprava-se nos tendeiros que vinham de porta em porta e mandavam faze-las aos alfaiates ou as costureiras.

2-quanto durava um casaco? E um par de sapatos?
R:Um casaco durava muito tempo. Os sapatos duravam um ano mais ou menos.

3-quem ditava a moda?
R:Dependia das posses das pessoas.



Namoros:

1-como se namorava?
R:Os rapazes estavam na fonte e as raparigas iam a buscar agua e messe espaço de tempo namoravam.

2- Diferença entre a vida dos rapazes e das raparigas?
R:Os rapazes trabalhavam com trabalhos mais duros e as raparigas não, os rapazes saiam a noite e as raparigas não podiam sair tinham que ficar em casa.

3-quais eram os divertimentos?
R:Os divertimentos que tinham naquela altura era jogar ao fito, chincalhão, sueca nas tabernas, ao ferro, o cantarinho no dia de carnaval e as danças tradicionais, etc.


Saúde:
1-onde se ia quando ficava doente?
R:Ia chamar o medico e ele vinha a minha casa.

2-vacinas?
R:Só vacinavam quando éramos crianças.

3-mais ou menos doentes?
R:Havia menos doentes.
Escola:

1-como era a escola?
R:A escola tinha carteiras, e só a professora tinha uma carteira e uma cadeira para ela.

2- Como era a professora?como castigava?
R: A professora só se encinava quem queria aprender os outros nao se entereçava.castigava com uma vara e com uma regua.

3-o que era preciso para passar de ano?
R:Saber as liçoes bem sabidas.

4-quem seguia os estudos?
R:Só seguia os estudos quem tinha dinheiro.

5-eram da mocidade portuguesa? Como era?
R:

Tempos livres:

1-tinham férias? Onde iam de férias?
R:Nao.

2-tinham fins-de-semana?
R:Os fins-de-semana eram aos doningos.

3-o que costumava fazer?
R:Trabalha-va na agricultura.

Transportes:

1-como iam para o emprego?
R:Iamos a pe.

2-como eram os transportes?
R:Ainda nao havia transportes.

Emprego:
1-tinham subsídios?
R:Nao.

2-tinham assistência?
R:Nao.

3-com que idade começou a trabalhar?
R:Comecei a trabalhar aos 13 anos.

4-alguem emigrou? Para onde e porquê?
R:Eu nao mas alguns faniliares meus sim. Foram para a africa a procura de uma vida melhors .

Guerra:
1-foi á guerra?
R:nao.

Comunicação social:

1-como sabiam o que se passava no mundo?
R:Nao se sabia nada porque nao havia meios de comunicaçao.

2- notavam que havia censura?
R:Sim.

25 de Abril de 1974:

1-como foi viver o 25 de Abril de 1974?
R:Para mim o 25 de Abril foi um dia como os outros.

2-Como sentiram o dia 25 de Abril?
R:Não senti nada.

3- o que mudou?
R:Mudou muita coisa, já tinha direito ao voto e antes não tinha.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

25 de Abril de 1974


Revolução dos Cravos é o nome dado ao golpe de Estado militar que derrubou, sem derramamento de sangue e sem grande resistência das forças leais ao governo, o regime ditatorial herdado de Oliveira Salazar e aos acontecimentos históricos, políticos e sociais que se lhe seguiram, até à aprovação da Constituição Portuguesa, em Abril de 1976.
O regime que vigorava em Portugal desde 1933 cedia, de um dia para o outro, à revolta das forças armadas, lideradas por jovens oficiais.
O levantamento, usualmente conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 por oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Os oficiais de baixa patente, os oficiais milicianos. estudantes recrutados, muitos deles universitários, vendo suas carreiras interrompidas, cedo aderiam.
É consensual ter trazido essa revolução, conduzida por esses jovens, a liberdade ao povo português, oprimido durante décadas. Denomina-se "Dia da Liberdade" o feriado nacional instituído em Portugal para comemorar a revolução iniciada no dia 25 de Abril de 1974

segunda-feira, 22 de março de 2010

Exposição sou transmontana, sou mulher: ”retrato”


As mulheres transmontana têm uma vida muito dura. Como os territórios eram pobres os homens tiveram que sair dos seus países. A reém-formada equipa partiu então ao encontro das mulheres das aldeias dos conselhos de Vimioso e Miranda do douro, dando inicio ao trabalho de campo que viria a durar cerca de cinco meses. Encontrou-se com mulheres que lhe abriram as portas das suas casas e as suas vidas, contando os seus percursos, partilhando as suas intimidades e ensinando os seus sabores. Muitas mulheres transmontanas quando caiem para a idade ficam solitárias sem ninguém para cuidar delas.
Esta exposição pretende dar rosto e a voz a estas mulheres que vivem, trabalhão e constroem o mundo (rural), a traves das imagens e das suas palavras.
As fotografias foram tiradas por Lúcia Burbano.

domingo, 21 de março de 2010

FICHA DE OBSERVAÇÃO DO FILME: A VIDA É BELA


TÍTULO:La Vita è Bella


REALIZADOR:Roberto Benigni.


GÉNERO:Comédia Dramática

ACTORES PRINCIPAIS:
Roberto Benigni (Guido Orefice)
Nicoletta Braschi (Dora)
Giorgio Cantarini (Giosué Orefice)
Giustino Durano (Tio de Guido)
Sergio Bini Bustric (Ferruccio Papini)
Marisa Paredes (Mãe de Dora)
Horst Buchholz (Dr. Lessing)
Amerigo Fontani (Rodolfo)
Pietro De Silva (Bartolomeo)
Francesco Guzzo (Vittorino)

FILME

PERSONAGENS PRINCIPAIS DO FILME:
Roberto Benigni (Guido Orefice)
Nicoletta Braschi (Dora)
Giustino Durano (Tio de Guido)
Sergio Bini Bustric (Ferruccio Papini)
Horst Buchholz (Dr. Lessing)
Amerigo Fontani (Rodolfo)
Pietro De Silva (Bartolomeo)
Giorgio Cantarini (Goisué Orefice)
Francesco Guzzo (Vittorino)
Marisa Paredes (Mãe de Dora)


TEMPO DA ACÇÃO:

ESPAÇO DA ACÇÃO:Itália

TEMÁTICA:

RESUMO DO FILME:
Guido (Roberto Benigni) é um judeu que muda do campo para a cidade nos anos 30. Lá, conhece a encantadora professora Dora (Nicoletta Braschi), por quem se apaixona. Cinco anos mais tarde, eles estão casados e têm um filho, Josué (Giorgio Cantarini). Guido e sua família são capturados e ficam presos num campo de concentração. Preocupado com seu filho, Guido tenta amenizar o sofrimento do menino, contando histórias. Para poupar seu filho das crueldades do nazismo, diz que estão participando de uma gincana para ganhar um tanque de guerra e devem passar por muitas privações para conseguir o prêmio.

sexta-feira, 19 de março de 2010

HIROHITO: JAPÃO


De acordo com o historiador Akira Fujiwara, Hirohito teria ratificado pessoalmente a decisão de remover as restrições do direito internacional (Convenção da Haia) no tratamento de prisioneiros de guerra chineses pela diretriz de 5 de agosto de 1937. Esta notificação também alertava aos oficiais do estado-maior para que parassem de usar a expressão "prisioneiros de guerra".
O governo do
primeiro-ministro e general Hideki Tojo era dominado pelos militares, que travaram a guerra em nome do imperador, mas só com o seu consentimento tácito. Hirohito tentou usar de sua influência para evitar a guerra, mas, finalmente, deu seu consentimento para os ataques que desembocaram na Guerra do Pacífico.
Participaram do
Eixo durante a Segunda Guerra Mundial, inicialmente ratificaram com a Alemanha Nazista um pacto anticomunista, e depois foi realizada uma visita de oficiais japoneses ao novo aliado. Em um discurso do próprio Führer, Hitler, os japoneses são definidos como "tendo grande capacidade"; neste momento o Japão também criaria seu próprio partido nazista.Na Segunda Guerra, os japoneses atacam a base norte-americana de Pearl Harbor, no Havaí, em 1941, o que faz os Estados Unidos entrarem no conflito.
Hirohito apoiou a guerra num grau mais alto ou mais baixo (os historiadores divergem nesse ponto). O Japão na realidade, já havia perdido a guerra antes dos ataques com
bomba atômicas ao Japão em agosto de 1945, porém se recusava a aceitar a rendição, então os Aliados fizeram os bombardeamentos com bombas atômicas, primeiro à Hiroshima, mesmo assim o Japão insitia em não aceitar a rendição, três dias depois à Nagasaki, então o Japão se rende e Hirohito anuncia o fato em cadeia nacional de rádio. Muitos consideravam Hirohito um criminoso de guerra, um oficial dos Aliados chegou à discursar dizendo que Hirohito "havia levado o Japão à Guerra de forma ainda mais ditatorial que o próprio Hitler", porém o povo apelou, uma vez que consideravam o imperador um deus, seria inadmissível para eles que Hirohito fosse julgado por crimes de guerra, chegando até em mencionarem uma revolta caso isso ocorresse, então, os governos aliados permitiram que ele permanecesse no trono após a guerra.

CHARLES DE GAULLE: FRANÇA


Charles de Gaulle foi General, político francês e um dos comandantes aliados na 2ª Guerra Mundial e um dos principais estadistas do pós-guerra. Na 1ª Guerra Mundial , é feito prisioneiro pelos alemães. Na 2ª Guerra, tem sucesso na defesa da França contra a invasão alemã. Em 1940, vai à Inglaterra em missão oficial e recusa-se a voltar quando o governo do marechal Henri Philppe Pétain assina o armistício com a Alemanha. É julgado à revelia e condenado à morte. De Londres, organiza e dirige a resistência francesa. Assume o governo provisório ao voltar à França, em 1944. Entra em conflito com a oposição e deixa a Presidência em 1946. No ano seguinte, organiza o movimento Reunião do Povo Francês (RPF). A dissolução do partido, em 1952, leva-o a deixar a política. Em 1958, após a rebelião de militares franceses na Argélia, é chamado a formar um novo governo. Elege-se presidente e inicia a 5ª República. Concede independência à Argélia em 1962 e reelege-se em 1965. Durante os protestos de maio de 1968, é obrigado a fazer concessões, como a dissolução da Assembléia Nacional. Em 1969, perde o referendo sobre reformas administrativas e renuncia à Presidência, retirando-se da vida pública.

FRANKLIN DELANO ROOSEVELT: E.U.A.




Segundo a maioria dos historiadores americanos, o democrata Franklin Delano Roosevelt foi o maior estadista dos Estados Unidos. Ele ajudou os americanos a recuperarem a fé, levando esperança com sua promessa de ação rápida e vigorosa, afirmando em seu discurso de posse: "A única coisa que devemos temer é o medo".Ao assumir a presidência em 1933, Roosevelt encontrou um país de joelhos. Milhões de pessoas passavam fome, todos os bancos haviam falido, e as perspectivas eram as mais sombrias para a indústria e a agricultura.Esse quadro desolador foi resultado da crise de superprodução e do crack na Bolsa de Nova York, iniciada em 1929. O liberalismo econômico radical, segundo o qual o Estado não deve regular ou intervir na economia, foi o maior responsável pela crise. Os presidentes republicanos que o precederam não previram os riscos deste liberalismo e nem demonstrarm sensibilidade para com os problemas sociais decorrentes da crise.Para contorná-la, Roosevelt apelou para a cartilha democrata e, como conseqüência, não só ajudou a tirar o país da crise como também contribuiu para a evolução do capitalismo. Inspirado nas idéias do economista inglês John Maynard Keynes, Roosevelt concebeu o "New Deal" (Novo Trato), um conjunto de medidas econômicas pelas quais o Estado aumentava sua participação na economia, criando uma demanada que, para ser atendida, botava em ação setores da economia antes paralisados pela crise.O "New Deal" provocou queda no desemprego, aliviando a situação de milhões de famílias. A recuperação da economia era desencadeada por um crescente déficit público, o qual o presidente financiava com aumento de impostos para os mais ricos, num mecanismo de distribuição de renda de ricos para pobres.Roosevelt nasceu em 1882, no Estado de Nova York. Ele freqüentou a Universidade Harvard e a Faculdade de Direito de Colúmbia, em Nova York. Seguindo o exemplo de seu primo em quinto grau, o ex-presidente Theodore Roosevelt (1901-1908), ele entrou para a política.Em 1920 ele foi o candidato democrata à vice-presidência. Em 1921, aos 39 anos, ele foi acometido de poliomielite, demonstrando uma coragem indomável. Ele apareceu dramaticamente de muletas para indicar Alfred E. Smith na Convenção Democrata de 1924. Em 1928 ele se tornou governador de Nova York, o "Empire State" (Estado Imperial).Ele foi eleito presidente em 1932. No início de 1933 havia 13 milhões de desempregados, e quase todos os bancos tinham fechado. Ele apresentou um amplo programa para ajudar as empresas, a agricultura, os desempregados e aqueles que corriam o risco de execução de hipotecas.Em 1935, o país estava se recuperando, mas empresários e banqueiros se voltaram contra o "New Deal" de Roosevelt. Demonstrando ganância empleno período de crise, eles não gostavam das concessões aos trabalhadores e ficaram horrorizados com déficits no orçamento.Foi então que Roosevelt respondeu com impostos mais elevados sobre os ricos, controles sobre os bancos e empresas de utilidade pública, um enorme programa de ajuda para os desempregados e um novo programa de reformas: o seguro social.Roosevelt foi reeleito por elevada margem de votos em 1936, 1940 e 1944. Foi o presidente que governou por mais tempo os EUA. Ele buscou uma legislação que levou a uma revolução na lei constitucional. Depois disso o governo poderia legalmente regular a economia.Ele também buscou por meio de uma legislação de neutralidade manter os Estados Unidos fora da guerra na Europa, mas ao mesmo tempo adotou uma política de "boa vizinhança" para fortalecer os países ameaçados ou atacados.Assim, quando a França caiu e a Inglaterra ficou sitiada em 1940, ele começou a enviar para a Grã-Bretanha toda a ajuda possível que não representasse um envolvimento militar direto. Mas os japoneses atacaram Pearl Harbor em 7 de dezembro de 1941, levando Roosevelt a direcionar rapidamente a organização dos recursos e efetivo para a guerra mundial.Sentindo que a futura paz do mundo dependeria das relações entre os Estados Unidos e a Rússia, o presidente dedicou muita reflexão ao planejamento da Organização das Nações Unidas, por meio da qual, ele esperava, problemas internacionais poderiam ser resolvidos.À medida que a guerra se aproximava do final, a saúde de Roosevelt deteriorou, e em 12 de abril de 1945, enquanto estava em Warm Springs, Geórgia, ele morreu de hemorragia cerebral.

WINSTON CHURCHIL: INGLATERRA


Churchill morre pacificamente em Londres, aos 90 anos. Este "Homem do Século" foi, para os povos do mundo ocidental, o herói da democracia e, sem sombra de dúvida, o homem que derrotou o fascismo.
Para milhões de ingleses, ele foi, durante a Segunda Guerra Mundial, o símbolo de uma feroz resistência contra Hitler. Com a França derrotada, em 1940, e os Estados Unidos insistindo em se manter neutros, Churchill e o povo inglês estavam praticamente sós na luta contra Hitler.
Em 30 de maio de 1940, com 66 anos, Churchill torna-se primeiro-ministro inglês pela primeira vez, pronunciando um discurso de apenas uma linha: "Nada posso oferecer além de sangue, cansaço, lágrimas e suor". Mas, disse que Hitler seria derrotado.
Um homem velho, praticamente só, com uma única e terrível missão: enfrentar a formidável máquina de guerra que a Alemanha havia montado.
Em 1941, o Presidente Roosevelt garantiu a Churchill a total colaboração dos americanos. Em dezembro de 41, o ataque japonês a Pearl Harbor obrigou os americanos a entrarem na guerra. Churchill foi o arquiteto da aliança vitoriosa entre a Grã-Bretanha, os Estados Unidos e a União Soviética. Para derrotar Hitler, todos os aliados são bem-vindos, mesmo os bolcheviques. O otimismo de Churchill e sua espantosa energia animaram e serviram de inspiração aos ingleses. Mas, à medida em que mais próxima parecia a derrota de Hitler, outra sombra parecia erguer-se sobre a Europa. Churchill, ao contrário de Roosevelt, nunca confiou em Stalin. Na opinião de Churchill, a Conferência de Yalta, em 4 de fevereiro de 1945, foi um fracasso total. Stalin não pretendia restabelecer a democracia nos territórios libertados pelo Exército Vermelho. Em 7 de maio de 1945, os alemães assinavam sua rendição incondicional.
Depois de anunciar a vitória dos Aliados, Churchill foi a Potsdam, na Alemanha, em julho de 1945, para uma conferência com Truman - então presidente dos Estados Unidos - e Stalin. Foi lá que soube de sua derrota eleitoral. Abandonando o herói dos tempos difíceis, o povo inglês havia preferido entregar aos trabalhistas a enorme tarefa da reconstrução nacional. Churchill aceitou o veredito, declarando que esta era a lei da democracia que ele havia defendido durante seis longos anos.
Fiel ao seu destino, tornou-se líder da oposição e foi coerente sempre. Foi o primeiro a perceber que uma cortina de ferro começava a separar a Europa em dois mundos. Reeleito primeiro-ministro em 1951, renunciou ao cargo quatro anos mais tarde, mas conservou o lugar que tinha na Câmara dos Comuns, até completar 90 anos.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

José Estaline - URSS





José Estaline:
Nasceu em Gori, na Geórgia, em 1879, e morreu em Moscovo em 1953. Foi secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética entre 1922 e 1953 e o chefe de Estado da URSS durante cerca de um quarto de século, transformando o país numa superpotência.Antes da Revolução Russa de 1917, Estaline era uma figura menor no interior do partido, mas teve uma ascensão rápida e em Novembro de 1922 tornou-se secretário-geral do Comité Central, um cargo que lhe deu uma base de poder para vir a exercer um regime ditatorial. Após a morte de Lenine, verificada em 1924, tornou-se a figura dominante da política soviética.Em 1928 iniciou um programa de industrialização intensiva e de colectivização da agricultura, impondo uma violenta reorganização social. Nos anos 30 consolidou a sua posição através de uma política de terror. Como arquitecto do sistema totalitário soviético, destruiu as liberdades individuais e criou uma poderosa estrutura militar e de policiamento. Mandou prender, deportar e executar opositores em massa, ao mesmo tempo que cultivava o culto da personalidade como arma ideológica. A acção persecutória de Estaline estendeu-se mesmo a território estrangeiro, uma vez que ordenou o assassinato de Trotsky, então exilado no México.Em 1939, assinou com Hitler um pacto de não-agressão. Mas a invasão da União Soviética pelas forças alemãs, em 1941, levou-o a aliar-se ao Reino Unido e aos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Sob a sua direcção, o exército soviético conseguiu fazer recuar os invasores e ocupar terras na Europa Oriental, contribuindo decisivamente para a derrota da Alemanha.Com a sua esfera de influência alargada à metade oriental da Europa, Estaline foi uma personagem chave do pós-guerra. Dominando países como a República Democrática Alemã, a Checoslováquia e a Roménia, estabeleceu a hegemonia soviética no Bloco de Leste e rivalizou com os Estados Unidos na liderança do mundo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

António Salazar - Portugal


Em 1932 torna-se primeiro-ministro e instaura uma ditadura inspirada no fascismo, conhecida como salazarismo. Em 1933 transforma a governista União Nacional no único partido de Portugal. Proíbe greves, estabelece a censura, reprime a oposição e organiza uma polícia política.
Durante a II Guerra Mundial, Portugal mantém-se neutro, apesar de sua afinidade ideológica com o Eixo. Em 1958 é abolido o direito ao voto.
Três anos depois, a recusa de Salazar em conceder independência às colônias africanas dá início a guerras de libertação em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. Em 1968 sofre um derrame cerebral e é afastado do poder. Morre dois anos depois em Lisboa. substituído por seu ex-ministro Marcelo Caetano. O fim do salazarismo só ocorre com a Revolução dos Cravos, em 25 de abril de 1974.

Francisco Franco - Espanha


Conservador ferrenho, Francisco Franco não era nem um pouco simpático. Até seu aliado, o nazista Adolf Hitler, disse uma vez que um encontro com ele era mais desagradável do que ter quatro ou cinco dentes arrancados. Oficial de infantaria, Franco se destacou em campanhas na África, onde se destacou pela frieza em combate. Em 1923, no Marrocos, com o posto de tenente-coronel, assumiu o comando da Legião. E, aos 34 anos, foi promovido a general de brigada. Entre 1928 e 1931, dirigiu a Academia Militar de Saragoça. Com a criação da República Espanhola, em 1931, foi afastado de cargos de responsabilidade. Mas, em 1933, a eleição de um governo de direita o recolocou em altos cargos do exército. Foi o mentor da brutal repressão à Revolução das Astúrias (1934) com tropas da Legião e, no ano seguinte, foi nomeado chefe do Estado-Maior Central. Em 1936, o governo da Frente Popular o enviou para as Ilhas Canárias. Nas eleições desse ano na Espanha, os partidos de esquerda que formavam a Frente Popular saíram vitoriosos. Opositores de direita, com articulação e liderança de Franco, executaram um golpe de Estado, com apoio de diversas regiões do país. A maioria das grandes cidades e regiões industriais, por sua vez, permaneceu fiel ao governo republicano de esquerda. Com o país dividido, iniciou-se a Guerra Civil Espanhola. Os golpistas passaram a receber ajuda da Itália fascista e da Alemanha nazista que, assim, transformaram a Espanha num local de teste para seus novos armamentos. O início da participação nazista na Guerra Civil Espanhola ocorreu em Guernica, capital da província basca, uma pequena cidade considerada símbolo da liberdade desse povo. Numa segunda-feira, 26 de abril de 1937, a cidade foi bombardeada pelos aviões alemães da Legião Condor, colocada à disposição das forças de Franco. O ataque nazista provocou a destruição total de Guernica. Naquele mesmo mês, Franco uniu os partidos de direita e, em janeiro de 1938, se tornou chefe de Estado e do governo. O ditador eliminou toda a resistência militar a seu governo em 1939, porém, prosseguiu com a repressão, a tortura e os fuzilamentos. O franquismo foi um sistema político repressivo e autoritário. Até livros foram queimados. Todos os partidos políticos e reuniões (de palestras a passeatas) eram proibidos. Franco manteve-se neutro na Segunda Guerra Mundial, embora próximo dos governos nazifascistas da Alemanha e da Itália. Apesar de isolado pela vitória dos Aliados, consolidou seu poder no país. Devido à Guerra Fria, estabeleceu relações diplomáticas com os Estados Unidos e seu governo foi reconhecido pelas Nações Unidas em 1955. Em 1966, Franco criou a Lei Orgânica do Estado (Constituição), na qual previa a volta da Monarquia. O príncipe Juan Carlos subiu ao trono após a morte do ditador, em 1975, e a Espanha foi reconduzida à democracia.

Adolfo Hitler - Almanha


Adolf Hitler Data de nascimento: Nasceu a 20 de Abril de 1889 Morte: Morreu a 30 de Abril de 1945 Família: Era filho de Alois Schicklgruber e de Klara Hitler Vida: Como sua mãe faleceu Adolf Hitler passou a passar grandes dificuldades, vivendo aos favores e dormia como um mendigo e não conseguia arranjar emprego então como ele se interessava muito pela pintura, começou então a pintar para conseguir algum dinheiro para se orientar. Contexto Histórico: Como conseguiu algum dinheiro mudou-se para Munique onde se escreveu no exército para ajudar na primeira guerra mundial. Foi realçado e conseguiu promover-se. Recebeu duas medalhas, uma da Cruz de Ferro de Segunda classe em 1914 e a da Primeira classe em 1918. Mas depois de algum tempo por tentar vigarizar o governo foi preso. Mas em 1924 foi solto por ser considerado inocente. Em 1934, apoderou-se dos cargos de presidente, logo excluiu os judeus dos cargos políticos, de profissões e de participações na economia. Adolf Hitler em 1942 torturou e matou milhares de judeus sem razão. Mas na segunda guerra não teve resultado no bombardeiro.

Benito Mussolini - Itália


Benito Mussolini(Primeiro-ministro italiano)29-7-1883, Predappio, província de Forl 28-4-1945, Giuliano di Mezzegra (junto do lago Como)

O líder ("Duce") do fascismo italiano iniciou sua carreira política no Partido Socialista Italiano (PSI), em 1900. Durante alguns anos, foi professor na Suíça (1902-1904) e funcionário do partido em Trento, na época território austríaco. Mussolini fundou em 1909 a revista Lotta di Classe, antes de se tornar chefe de redação do Avanti!, entre 1912 e 1914, órgão de propaganda do Partido Socialista. Foi também o porta-voz da ala esquerdista do partido. Nas vésperas da Primeira Guerra Mundial, em que defendeu a participação da Itália no conflito com a Áustria, Mussolini afastou-se do PSI. Em 1914, fundou o diário Popolo d'Italia, destinado à propagação da ideologia socialista. Mais tarde, faria desse jornal o órgão oficial do fascismo. Foi então expulso do PSI. Depois de sua participação na Primeira Guerra Mundial, constituiu em Milão o primeiro Fasci di combattimento (Feixes de combate), núcleo do futuro movimento fascista. O seu sinal distintivo era o "fasces" do Império Romano (símbolo do poder dos cônsules da Antiguidade). Em 1921, fundou o Partito Nazionale Fascista (PNF), a partir das associações fascistas que atuavam contra as organizações de trabalhadores. Com a "Marcha sobre Roma" (28-10-1922), conseguiu ser nomeado chefe de governo pelo rei Vítor Manuel II. Anos depois, construiria o primeiro Estado fascista na Europa. Por meio de uma política autoritária de ordem pública e do fortalecimento da economia italiana, debilitada pela guerra, Mussolini viu sua popularidade estender-se a um amplo setor da população no final da década de 1920. Depois do assassinato do líder da oposição Giacomo Matteoti por militantes fascistas, impôs um golpe de estado, em 1925. Legalizada a nova situação em 1926, governou com poderes ditatoriais, eliminando seus adversários políticos e criando um sistema de partido único baseado no corporativismo. Seu grande sucesso na política interna foi a reconciliação com o papa Pio XII, depois da assinatura dos acordos de Latrão. A erradicação do desemprego, a secagem de terrenos pantanosos e a repressão à resistência na Tripolitânia fortaleceram a posição política de Mussolini, que se destacava por sua retórica contundente. A conquista da Etiópia em 1935-1936 representou uma reviravolta na política externa italiana. Convencido, até então, da necessidade de efetuar o rearmamento alemão, o "Duce" iniciou uma aproximação com a Alemanha ao constatar a tímida reação das potências ocidentais. A participação conjunta com os alemães na Guerra Civil Espanhola de 1936 a 1939, a fundação do eixo Roma–Berlim em 1936 e a assinatura do Pacto de Aço em 1939 conduziram Mussolini a uma posição de submissão a Hitler. Em setembro de 1938, ainda conseguiu evitar a eclosão da guerra com sua mediação no Pacto de Munique, mas em 1939 as suas tentativas para manter a paz fracassaram. Com a entrada da Itália na Segunda Guerra Mundial, em junho de 1940, Mussolini assumiu pessoalmente o comando das tropas italianas. Depois das derrotas na Grécia e na África (perda da Etiópia em 1941 e da Líbia em 1942) e do desembarque dos Aliados na Sicília em 1943, o conselho fascista retirou-lhe o apoio e foi preso por ordem do rei. Foi ainda libertado por pára-quedistas alemães de sua prisão no Gran Sasso, fundando no norte da Itália a República Soziale Italiana (República de Saló), sob o domínio de Hitler. Mas deu-se a ruptura na frente de combate alemã e o antigo "Duce" foi capturado, mesmo antes do fim da guerra, pelos partisans italianos, quando tentava fugir com sua amante, Claretta Petacci. Foi sumariamente fuzilado.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009