
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Santo Antão Da Barca

quarta-feira, 2 de junho de 2010
Santo Antão da Barca
As origens desta localidade não estão perfeitamente identificadas, mas pode considerar-se que a povoação se começou a desenvolver no início do século XVI, já que no recenseamento de “Tralos Montes” de 1530, aparece com 4 moradores.Da antiguidade das suas origens fala o Castelo da Marruça, também conhecido por castelo dos mouros.Dele não existe menção que o ligue ao povoamento, o que nos leva a crer que tenha deixado de ter essa particularidade desde há muitos séculos.Trata-se de um povoado fortificado castrejo, usado até à ocupação muçulmana, situado numa escarpa junto ao rio Sabor.
A sua função era eminentemente defensiva, com um recinto amuralhado ainda razoavelmente conservado, encontrando-se a sul, fora das muralhas, restos de habitações de um povoado ali existente.Santo Antão da Barca, actual anexa da freguesia, terá sido um povoado mais recente do que a Marruça.A capela ali existente é da primeira metade do século XVIII e terá sido mandada construir pela família dos Távoras.A origem do nome de Parada, de acordo com a tradição, parece andar associada ao facto de os habitantes de Santo Antão e dos habitantes de outras pequenas quintas vizinhas se juntarem para assistir à missa em Castro Vicente e fazerem uma “parada” junto de uma nascente, no cimo da encosta, no actual local da povoação. Daí o nome.Outras hipóteses se aventam, mas esta parece ser a mais plausiva.
terça-feira, 18 de maio de 2010


A actual bandeira europeia teve origem na bandeira adoptada, em 1955, pelo Conselho da Europa, tendo-se tornado emblema oficial da Comunidade Europeia apenas em 1986.
Por sugestão do presidente do Parlamento Europeu, Pierre Fimland, ficou decidido que a bandeira da União seria exactamente igual à do Conselho da Europa, tendo a mesma sido solenemente hasteada, pela 1ª vez, a 29 de Maio de 1986, em Bruxelas.
Na bandeira Europeia figuram 12 estrelas douradas de cinco pontas, dispostas em forma de círculo, sobre um fundo azul, representando a união dos povos da Europa.
O número de estrelas que figuram na bandeira não está relacionado com o número de países que fazem parte da União Europeia. O número doze simboliza a perfeição, a plenitude e a unidade (veja-se os doze meses do ano, os doze signos do zodíaco, etc.).
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Entrevistar
1- qual era a base da alimentação?
R:A base da alimentação era aquilo que dava a casa como o feijão, batatas, abóboras, etc.
2-onde eram feitas as compras?
R:As compras eram feitas nas feiras e na mereceria.
3- Preços
R:Eram variados, não me lembro.
Moda:
1-onde se comprava a roupa?
R:A roupa comprava-se nos tendeiros que vinham de porta em porta e mandavam faze-las aos alfaiates ou as costureiras.
2-quanto durava um casaco? E um par de sapatos?
R:Um casaco durava muito tempo. Os sapatos duravam um ano mais ou menos.
3-quem ditava a moda?
R:Dependia das posses das pessoas.
Namoros:
1-como se namorava?
R:Os rapazes estavam na fonte e as raparigas iam a buscar agua e messe espaço de tempo namoravam.
2- Diferença entre a vida dos rapazes e das raparigas?
R:Os rapazes trabalhavam com trabalhos mais duros e as raparigas não, os rapazes saiam a noite e as raparigas não podiam sair tinham que ficar em casa.
3-quais eram os divertimentos?
R:Os divertimentos que tinham naquela altura era jogar ao fito, chincalhão, sueca nas tabernas, ao ferro, o cantarinho no dia de carnaval e as danças tradicionais, etc.
Saúde:
1-onde se ia quando ficava doente?
R:Ia chamar o medico e ele vinha a minha casa.
2-vacinas?
R:Só vacinavam quando éramos crianças.
3-mais ou menos doentes?
R:Havia menos doentes.
Escola:
1-como era a escola?
R:A escola tinha carteiras, e só a professora tinha uma carteira e uma cadeira para ela.
2- Como era a professora?como castigava?
R: A professora só se encinava quem queria aprender os outros nao se entereçava.castigava com uma vara e com uma regua.
3-o que era preciso para passar de ano?
R:Saber as liçoes bem sabidas.
4-quem seguia os estudos?
R:Só seguia os estudos quem tinha dinheiro.
5-eram da mocidade portuguesa? Como era?
R:
Tempos livres:
1-tinham férias? Onde iam de férias?
R:Nao.
2-tinham fins-de-semana?
R:Os fins-de-semana eram aos doningos.
3-o que costumava fazer?
R:Trabalha-va na agricultura.
Transportes:
1-como iam para o emprego?
R:Iamos a pe.
2-como eram os transportes?
R:Ainda nao havia transportes.
Emprego:
1-tinham subsídios?
R:Nao.
2-tinham assistência?
R:Nao.
3-com que idade começou a trabalhar?
R:Comecei a trabalhar aos 13 anos.
4-alguem emigrou? Para onde e porquê?
R:Eu nao mas alguns faniliares meus sim. Foram para a africa a procura de uma vida melhors .
Guerra:
1-foi á guerra?
R:nao.
Comunicação social:
1-como sabiam o que se passava no mundo?
R:Nao se sabia nada porque nao havia meios de comunicaçao.
2- notavam que havia censura?
R:Sim.
25 de Abril de 1974:
1-como foi viver o 25 de Abril de 1974?
R:Para mim o 25 de Abril foi um dia como os outros.
2-Como sentiram o dia 25 de Abril?
R:Não senti nada.
3- o que mudou?
R:Mudou muita coisa, já tinha direito ao voto e antes não tinha.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
25 de Abril de 1974
O regime que vigorava em Portugal desde 1933 cedia, de um dia para o outro, à revolta das forças armadas, lideradas por jovens oficiais.
O levantamento, usualmente conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 por oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Os oficiais de baixa patente, os oficiais milicianos. estudantes recrutados, muitos deles universitários, vendo suas carreiras interrompidas, cedo aderiam.
É consensual ter trazido essa revolução, conduzida por esses jovens, a liberdade ao povo português, oprimido durante décadas. Denomina-se "Dia da Liberdade" o feriado nacional instituído em Portugal para comemorar a revolução iniciada no dia 25 de Abril de 1974
segunda-feira, 22 de março de 2010
Exposição sou transmontana, sou mulher: ”retrato”

Esta exposição pretende dar rosto e a voz a estas mulheres que vivem, trabalhão e constroem o mundo (rural), a traves das imagens e das suas palavras.
As fotografias foram tiradas por Lúcia Burbano.
domingo, 21 de março de 2010
FICHA DE OBSERVAÇÃO DO FILME: A VIDA É BELA

GÉNERO:Comédia Dramática
ACTORES PRINCIPAIS:
Roberto Benigni (Guido Orefice)
Nicoletta Braschi (Dora)
Giorgio Cantarini (Giosué Orefice)
Giustino Durano (Tio de Guido)
Sergio Bini Bustric (Ferruccio Papini)
Marisa Paredes (Mãe de Dora)
Horst Buchholz (Dr. Lessing)
Amerigo Fontani (Rodolfo)
Pietro De Silva (Bartolomeo)
Francesco Guzzo (Vittorino)
FILME
PERSONAGENS PRINCIPAIS DO FILME:
Roberto Benigni (Guido Orefice)
Nicoletta Braschi (Dora)
Giustino Durano (Tio de Guido)
Sergio Bini Bustric (Ferruccio Papini)
Horst Buchholz (Dr. Lessing)
Amerigo Fontani (Rodolfo)
Pietro De Silva (Bartolomeo)
Giorgio Cantarini (Goisué Orefice)
Francesco Guzzo (Vittorino)
Marisa Paredes (Mãe de Dora)
ESPAÇO DA ACÇÃO:Itália
TEMÁTICA:
RESUMO DO FILME:
Guido (Roberto Benigni) é um judeu que muda do campo para a cidade nos anos 30. Lá, conhece a encantadora professora Dora (Nicoletta Braschi), por quem se apaixona. Cinco anos mais tarde, eles estão casados e têm um filho, Josué (Giorgio Cantarini). Guido e sua família são capturados e ficam presos num campo de concentração. Preocupado com seu filho, Guido tenta amenizar o sofrimento do menino, contando histórias. Para poupar seu filho das crueldades do nazismo, diz que estão participando de uma gincana para ganhar um tanque de guerra e devem passar por muitas privações para conseguir o prêmio.
sexta-feira, 19 de março de 2010
HIROHITO: JAPÃO

De acordo com o historiador Akira Fujiwara, Hirohito teria ratificado pessoalmente a decisão de remover as restrições do direito internacional (Convenção da Haia) no tratamento de prisioneiros de guerra chineses pela diretriz de 5 de agosto de 1937. Esta notificação também alertava aos oficiais do estado-maior para que parassem de usar a expressão "prisioneiros de guerra".
O governo do primeiro-ministro e general Hideki Tojo era dominado pelos militares, que travaram a guerra em nome do imperador, mas só com o seu consentimento tácito. Hirohito tentou usar de sua influência para evitar a guerra, mas, finalmente, deu seu consentimento para os ataques que desembocaram na Guerra do Pacífico.
Participaram do Eixo durante a Segunda Guerra Mundial, inicialmente ratificaram com a Alemanha Nazista um pacto anticomunista, e depois foi realizada uma visita de oficiais japoneses ao novo aliado. Em um discurso do próprio Führer, Hitler, os japoneses são definidos como "tendo grande capacidade"; neste momento o Japão também criaria seu próprio partido nazista.Na Segunda Guerra, os japoneses atacam a base norte-americana de Pearl Harbor, no Havaí, em 1941, o que faz os Estados Unidos entrarem no conflito.
Hirohito apoiou a guerra num grau mais alto ou mais baixo (os historiadores divergem nesse ponto). O Japão na realidade, já havia perdido a guerra antes dos ataques com bomba atômicas ao Japão em agosto de 1945, porém se recusava a aceitar a rendição, então os Aliados fizeram os bombardeamentos com bombas atômicas, primeiro à Hiroshima, mesmo assim o Japão insitia em não aceitar a rendição, três dias depois à Nagasaki, então o Japão se rende e Hirohito anuncia o fato em cadeia nacional de rádio. Muitos consideravam Hirohito um criminoso de guerra, um oficial dos Aliados chegou à discursar dizendo que Hirohito "havia levado o Japão à Guerra de forma ainda mais ditatorial que o próprio Hitler", porém o povo apelou, uma vez que consideravam o imperador um deus, seria inadmissível para eles que Hirohito fosse julgado por crimes de guerra, chegando até em mencionarem uma revolta caso isso ocorresse, então, os governos aliados permitiram que ele permanecesse no trono após a guerra.
CHARLES DE GAULLE: FRANÇA

FRANKLIN DELANO ROOSEVELT: E.U.A.

WINSTON CHURCHIL: INGLATERRA

Para milhões de ingleses, ele foi, durante a Segunda Guerra Mundial, o símbolo de uma feroz resistência contra Hitler. Com a França derrotada, em 1940, e os Estados Unidos insistindo em se manter neutros, Churchill e o povo inglês estavam praticamente sós na luta contra Hitler.
Em 30 de maio de 1940, com 66 anos, Churchill torna-se primeiro-ministro inglês pela primeira vez, pronunciando um discurso de apenas uma linha: "Nada posso oferecer além de sangue, cansaço, lágrimas e suor". Mas, disse que Hitler seria derrotado.
Um homem velho, praticamente só, com uma única e terrível missão: enfrentar a formidável máquina de guerra que a Alemanha havia montado.
Em 1941, o Presidente Roosevelt garantiu a Churchill a total colaboração dos americanos. Em dezembro de 41, o ataque japonês a Pearl Harbor obrigou os americanos a entrarem na guerra. Churchill foi o arquiteto da aliança vitoriosa entre a Grã-Bretanha, os Estados Unidos e a União Soviética. Para derrotar Hitler, todos os aliados são bem-vindos, mesmo os bolcheviques. O otimismo de Churchill e sua espantosa energia animaram e serviram de inspiração aos ingleses. Mas, à medida em que mais próxima parecia a derrota de Hitler, outra sombra parecia erguer-se sobre a Europa. Churchill, ao contrário de Roosevelt, nunca confiou em Stalin. Na opinião de Churchill, a Conferência de Yalta, em 4 de fevereiro de 1945, foi um fracasso total. Stalin não pretendia restabelecer a democracia nos territórios libertados pelo Exército Vermelho. Em 7 de maio de 1945, os alemães assinavam sua rendição incondicional.
Depois de anunciar a vitória dos Aliados, Churchill foi a Potsdam, na Alemanha, em julho de 1945, para uma conferência com Truman - então presidente dos Estados Unidos - e Stalin. Foi lá que soube de sua derrota eleitoral. Abandonando o herói dos tempos difíceis, o povo inglês havia preferido entregar aos trabalhistas a enorme tarefa da reconstrução nacional. Churchill aceitou o veredito, declarando que esta era a lei da democracia que ele havia defendido durante seis longos anos.
Fiel ao seu destino, tornou-se líder da oposição e foi coerente sempre. Foi o primeiro a perceber que uma cortina de ferro começava a separar a Europa em dois mundos. Reeleito primeiro-ministro em 1951, renunciou ao cargo quatro anos mais tarde, mas conservou o lugar que tinha na Câmara dos Comuns, até completar 90 anos.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
José Estaline - URSS

José Estaline:
Nasceu em Gori, na Geórgia, em 1879, e morreu em Moscovo em 1953. Foi secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética entre 1922 e 1953 e o chefe de Estado da URSS durante cerca de um quarto de século, transformando o país numa superpotência.Antes da Revolução Russa de 1917, Estaline era uma figura menor no interior do partido, mas teve uma ascensão rápida e em Novembro de 1922 tornou-se secretário-geral do Comité Central, um cargo que lhe deu uma base de poder para vir a exercer um regime ditatorial. Após a morte de Lenine, verificada em 1924, tornou-se a figura dominante da política soviética.Em 1928 iniciou um programa de industrialização intensiva e de colectivização da agricultura, impondo uma violenta reorganização social. Nos anos 30 consolidou a sua posição através de uma política de terror. Como arquitecto do sistema totalitário soviético, destruiu as liberdades individuais e criou uma poderosa estrutura militar e de policiamento. Mandou prender, deportar e executar opositores em massa, ao mesmo tempo que cultivava o culto da personalidade como arma ideológica. A acção persecutória de Estaline estendeu-se mesmo a território estrangeiro, uma vez que ordenou o assassinato de Trotsky, então exilado no México.Em 1939, assinou com Hitler um pacto de não-agressão. Mas a invasão da União Soviética pelas forças alemãs, em 1941, levou-o a aliar-se ao Reino Unido e aos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Sob a sua direcção, o exército soviético conseguiu fazer recuar os invasores e ocupar terras na Europa Oriental, contribuindo decisivamente para a derrota da Alemanha.Com a sua esfera de influência alargada à metade oriental da Europa, Estaline foi uma personagem chave do pós-guerra. Dominando países como a República Democrática Alemã, a Checoslováquia e a Roménia, estabeleceu a hegemonia soviética no Bloco de Leste e rivalizou com os Estados Unidos na liderança do mundo.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
António Salazar - Portugal

Durante a II Guerra Mundial, Portugal mantém-se neutro, apesar de sua afinidade ideológica com o Eixo. Em 1958 é abolido o direito ao voto.
Três anos depois, a recusa de Salazar em conceder independência às colônias africanas dá início a guerras de libertação em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. Em 1968 sofre um derrame cerebral e é afastado do poder. Morre dois anos depois em Lisboa. substituído por seu ex-ministro Marcelo Caetano. O fim do salazarismo só ocorre com a Revolução dos Cravos, em 25 de abril de 1974.
Francisco Franco - Espanha

Adolfo Hitler - Almanha

Benito Mussolini - Itália

O líder ("Duce") do fascismo italiano iniciou sua carreira política no Partido Socialista Italiano (PSI), em 1900. Durante alguns anos, foi professor na Suíça (1902-1904) e funcionário do partido em Trento, na época território austríaco. Mussolini fundou em 1909 a revista Lotta di Classe, antes de se tornar chefe de redação do Avanti!, entre 1912 e 1914, órgão de propaganda do Partido Socialista. Foi também o porta-voz da ala esquerdista do partido. Nas vésperas da Primeira Guerra Mundial, em que defendeu a participação da Itália no conflito com a Áustria, Mussolini afastou-se do PSI. Em 1914, fundou o diário Popolo d'Italia, destinado à propagação da ideologia socialista. Mais tarde, faria desse jornal o órgão oficial do fascismo. Foi então expulso do PSI. Depois de sua participação na Primeira Guerra Mundial, constituiu em Milão o primeiro Fasci di combattimento (Feixes de combate), núcleo do futuro movimento fascista. O seu sinal distintivo era o "fasces" do Império Romano (símbolo do poder dos cônsules da Antiguidade). Em 1921, fundou o Partito Nazionale Fascista (PNF), a partir das associações fascistas que atuavam contra as organizações de trabalhadores. Com a "Marcha sobre Roma" (28-10-1922), conseguiu ser nomeado chefe de governo pelo rei Vítor Manuel II. Anos depois, construiria o primeiro Estado fascista na Europa. Por meio de uma política autoritária de ordem pública e do fortalecimento da economia italiana, debilitada pela guerra, Mussolini viu sua popularidade estender-se a um amplo setor da população no final da década de 1920. Depois do assassinato do líder da oposição Giacomo Matteoti por militantes fascistas, impôs um golpe de estado, em 1925. Legalizada a nova situação em 1926, governou com poderes ditatoriais, eliminando seus adversários políticos e criando um sistema de partido único baseado no corporativismo. Seu grande sucesso na política interna foi a reconciliação com o papa Pio XII, depois da assinatura dos acordos de Latrão. A erradicação do desemprego, a secagem de terrenos pantanosos e a repressão à resistência na Tripolitânia fortaleceram a posição política de Mussolini, que se destacava por sua retórica contundente. A conquista da Etiópia em 1935-1936 representou uma reviravolta na política externa italiana. Convencido, até então, da necessidade de efetuar o rearmamento alemão, o "Duce" iniciou uma aproximação com a Alemanha ao constatar a tímida reação das potências ocidentais. A participação conjunta com os alemães na Guerra Civil Espanhola de 1936 a 1939, a fundação do eixo Roma–Berlim em 1936 e a assinatura do Pacto de Aço em 1939 conduziram Mussolini a uma posição de submissão a Hitler. Em setembro de 1938, ainda conseguiu evitar a eclosão da guerra com sua mediação no Pacto de Munique, mas em 1939 as suas tentativas para manter a paz fracassaram. Com a entrada da Itália na Segunda Guerra Mundial, em junho de 1940, Mussolini assumiu pessoalmente o comando das tropas italianas. Depois das derrotas na Grécia e na África (perda da Etiópia em 1941 e da Líbia em 1942) e do desembarque dos Aliados na Sicília em 1943, o conselho fascista retirou-lhe o apoio e foi preso por ordem do rei. Foi ainda libertado por pára-quedistas alemães de sua prisão no Gran Sasso, fundando no norte da Itália a República Soziale Italiana (República de Saló), sob o domínio de Hitler. Mas deu-se a ruptura na frente de combate alemã e o antigo "Duce" foi capturado, mesmo antes do fim da guerra, pelos partisans italianos, quando tentava fugir com sua amante, Claretta Petacci. Foi sumariamente fuzilado.